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O ponto é bom e a lojas tem mudado de endereço

Não é segredo que o Brasil atravessa um momento desafiador na economia. A desaceleração no varejo já é esperada nessas situações, mas o e-commerce tem chamado a atenção diante desse cenário.

A crise fez muito comerciante mudar de endereço. Um volume muito grande de lojas foram parar na internet para melhorar as vendas. Enquanto o comércio de modo geral teve resultados ruins, o comércio eletrônico no primeiro semestre bombou. Nos primeiros quatro meses do ano, o faturamento do comércio eletrônico cresceu 11%. O valor médio das compras hoje é de R$ 378,00.

Em 2014 a participação do e-commerce no mercado varejista foi de 9%. O e-Bit estima que no Brasil o e-commerce fature R$ 43 bilhões até o final de 2015. Um estudo do IDC aponta que o País é o principal mercado da América Latina, concentrando metade do mercado e com a maior frequência de compras. Segundo o estudo, o comércio eletrônico deve crescer 177% no continente até 2018.

Os números comprovam a constante expansão do setor, embora ainda exista muito espaço a ser explorado, principalmente no Brasil. Segundo o estudo GEM (Global Enterpreneurship Monitor), mais de 150 mil brasileiros empreenderam no comércio eletrônico nos dois últimos anos.

O que esperar do e-commerce no segundo semestre?

O cenário é bastante positivo para o segundo semestre e as datas comemorativas como Dia das Crianças, Natal e principalmente a Black Friday são grandes oportunidades para expandir os negócios no segmento. No ano passado, a Black Friday obteve crescimento de 67% no e-commerce em relação ao ano anterior, segundo o ICVA – Índice Cielo do Varejo Ampliado, e a expectativa para este ano é que a promoção impulsione novamente as vendas online.

Desafios sempre existem, mas o comércio eletrônico segue crescendo em todo o mundo. Encontrar e aproveitar com criatividade as oportunidades é essencial para se destacar neste mercado abastado de consumidores que em tempos de crise, estão a procura de novidades para atender suas necessidades com economia e a internet tem sido a principal ferramenta para a satisfação desse objetivo.

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